ANÁLISE - Prey
Se fosse obrigado a ficar limitado apenas a um género de jogo até ao fim dos meus dias, com prontidão responderia immersive sims. A sua riqueza de sistemas e confiança dada ao jogador para interagir com o mundo representa, para mim, o que de melhor os videojogos têm para oferecer. Também porque, como fã de ficção cientifica, historicamente o género apresenta-se como o casamento perfeito e forma quase transcendente de experienciar universos e linhas temporais alternativas, submergindo o jogador em mundos contextualmente ricos, com as suas narrativas paralelas, abordagem sinuosa à construção de níveis e profundidade de lore . Foi portanto com gáudio que reagi à novidade de que Prey iria receber atualizações nas novas consolas da Xbox (Series S/X). Desculpa perfeita para revisitar um dos meus jogos favoritos da geração passada, finalmente sem muitos dos problemas que assolaram o seu lançamento em 2017. Acabaram-se os longos tempos de espera em ecrãs de carregamento, a elevada latênc...